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Opinião

Na ditadura fascista de Salazar e Caetano as comemorações do 31 de Janeiro foram sistematicamente reprimidas. Em 1970 foi tornado público pelo governo civil do Porto que “não seriam permitidas concentrações que pudessem prejudicar a vida normal nem o uso de cartazes ou dísticos”. E em 1973 a evocação no Porto também foi proibida.   Mas foi sempre comemorada. No Coliseu e na rua. Porque, como escreveu Basílio Teles “… enquanto no mundo houver um português que guarde na alma algum afecto à sua terra, será evocada a memória do 31 de Janeiro e dos homens distintos e humildes que nesse dia souberam dar aos seus compatriotas o exemplo do civismo e do desinteresse”. 

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Destaques

Concelhia

No próximo dia 17 de maio, terça-feira, data em que se celebra nacionalmente e internacionalmente o dia contra a homo, trans e bifobia, duas juntas de freguesia do Porto hasteam oficialmente a bandeira arco-íris. No Bonfim a iniciativa está marcada para as 10h e em Campanhã para as 12h, nos respetivos edifícios das juntas de freguesia.

Notícias

O Vereador do Bloco de Esquerda, Sérgio Aires submeteu hoje para a discussão na reunião de Executivo do Porto, a recomendação "Porto livre de Homofobia, Transfobia e Bifobia", que propõe que o Porto encete medidas para ser uma cidade livre de Homofobia, Bifobia e Transfobia.

Centro Histórico Porto
Câmara Municipal

Bloco apresenta proposta de retoma do processo de regulamentação do Alojamento Local e de implementação imediata de áreas de contenção, nomeadamente no Centro Histórico do Porto e proposta de criação da declaração fundamentada de carência habitacional na cidade do Porto, recurso previsto na legislação para que o município possa utilizar os instrumentos da Lei de Bases de Habitação na sua plenitude, como é o caso do Direito de Preferência, um mecanismo que permite colmatar as carências habitacionais.

Vídeos

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