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Opinião

Na ditadura fascista de Salazar e Caetano as comemorações do 31 de Janeiro foram sistematicamente reprimidas. Em 1970 foi tornado público pelo governo civil do Porto que “não seriam permitidas concentrações que pudessem prejudicar a vida normal nem o uso de cartazes ou dísticos”. E em 1973 a evocação no Porto também foi proibida.   Mas foi sempre comemorada. No Coliseu e na rua. Porque, como escreveu Basílio Teles “… enquanto no mundo houver um português que guarde na alma algum afecto à sua terra, será evocada a memória do 31 de Janeiro e dos homens distintos e humildes que nesse dia souberam dar aos seus compatriotas o exemplo do civismo e do desinteresse”. 

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Esta segunda feira, finalmente, o Executivo de Rui Moreira tomou uma posição cabal: chumbou a proposta do Bloco, acompanhado pelos veradores do PSD, que recentemente anunciou, no contexto do "acordo de governação" que fez com Rui Moreira, a redução da tarifa da água como medida prioritária. 

Bloquistas questionam se a câmara tem delineadas medidas que garantam o direito ao repouso, integridade física, consumo seguro e espaços de lazer noturnos livres de sexismo.

Autárquicas 2021

A Saber Compreender reuniu com Sérgio Aires do Bloco de Esquerda com o objetivo de apresentar o nosso trabalho, as nossas preocupações relativamente às situações das pessoas em situação de sem-abrigo da cidade e ainda as nossas propostas de intervenção e apelos aos candidatos à Câmara Municipal do Porto.

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