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Opinião

Na ditadura fascista de Salazar e Caetano as comemorações do 31 de Janeiro foram sistematicamente reprimidas. Em 1970 foi tornado público pelo governo civil do Porto que “não seriam permitidas concentrações que pudessem prejudicar a vida normal nem o uso de cartazes ou dísticos”. E em 1973 a evocação no Porto também foi proibida.   Mas foi sempre comemorada. No Coliseu e na rua. Porque, como escreveu Basílio Teles “… enquanto no mundo houver um português que guarde na alma algum afecto à sua terra, será evocada a memória do 31 de Janeiro e dos homens distintos e humildes que nesse dia souberam dar aos seus compatriotas o exemplo do civismo e do desinteresse”. 

Voto Marisa Matias, mantenho-me na luta e sei que a partir do dia seguinte continuo a poder contar com ela e com todos e todas que como ela põem no centro os direitos laborais, o direito à saúde, um SNS público e universal, a educação pública, o pleno direito das e dos jovens à sua voz e influência e a um futuro com direitos, o combate às alterações climáticas, os feminismos, os direitos das pessoas LGBTQI+, as causas fundamentais contra a desigualdade (o estatuto da cuidadora e do cuidador, por exemplo) e contra o ódio (a luta pelos direitos das pessoas em situação de refugiadas, por exemplo) e acima de tudo a luta contra o medo.  

Para o combate inevitável - que não começa agora, já começou há um bom tempo - é das nossas convicções claras e presentes que precisamos.

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Destaques

Notícias

Estão convocadas as eleições para a Comissão Coordenadora Concelhia do Bloco de Esquerda do Porto para o mandato 2021 - 2023. A atual Comissão Coordenadora Concelhia, reunida a 4 de fevereiro, aprovou a convocatória das eleições que  decorrerão no próximo dia 24 de abril. 

Concelhia

Na campanha, Sérgio Aires diz que tem como objetivo “pôr o combate à pobreza e às desigualdades no topo das prioridades com um enfoque muito especial na habitação, na saúde, nos desafios demográficos e na justiça climática”. As consequências da pandemia de covid-19 fazem-se sentir gravemente e vão perdurar por muito tempo. E é também por isso que o candidato considera que, perante essa situação, a cidade precisa de “mudar de rumo. “É preciso que, definitivamente, se entenda a luta contra a pobreza como condição fundamental de desenvolvimento local, afirma.

Notícias

O Bloco de Esquerda fez aprovar a sua proposta de criação de um programa municipal de apoio às e aos cuidadores informais, com o voto favorável de todas as forças políticas da Assembleia Municipal do Porto, excepto da bancada 'Rui Moreira, Porto Nosso Partido', que votou contra.

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